Espaço de compartilhamento de ideias e construções a respeito da Psicologia, da Psicanálise e da vida.
Sobre mim
Sou uma pessoa curiosa e encantada pelos bons encontros e pelas experiências da vida! Sempre gostei de escutar quem estava por perto e de tentar construir ideias para a saída do seu sofrimento (precisei me especializar – 05 anos de graduação e estudos para toda a vida!).
Ao longo da minha experiência clínica, vejo que a escuta e o acolhimento são importantes, mas não são as únicas ferramentas para o desenvolvimento de um trabalho psíquico. É preciso escutar, falar, pontuar, intervir nas posições discursivas de cada paciente, assim como é necessário que a/o paciente tope construir esse trabalho.
Sinto, logo escrevo
Clarice Lispector acompanha o meu trabalho. O meu trabalho acompanha Clarice Lispector. Uma escritora que se adotou e se denominou brasileira (nascida na Ucrânia, veio para o Brasil recém-nascida com os pais).
Parece que Clarice não se preocupava com as regras textuais, em “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres”, iniciou o livro com uma vírgula (,) e concluiu com dois pontos (:). Fazia bom uso da palavra, se re(fazia) com a palavra.
Li este livro duas vezes em tempos diferentes. Algo novo se inaugurou. Novas surpresas e novas interpretações. Nesta obra, a autora fala sobre viver o extraordinário no ordinário, sobre esperar, sobre estar só e com o outro, fala sobre as dores e delícias do existir! Seria essa obra uma bela analogia a um processo de Análise Pessoal?! Se quiser saber mais sobre o processo analítico ou se tiver interesse em iniciar, entre em contato: